Representantes de duas grandes redes de restaurantes asiáticos, a Pei Wei Asian Dinner e a PF Changs China Bistro, estão pesquisando locações em praças de alimentação de shoppings brasileiros. A intenção é concorrer com franquias como China in Box. A novidade agita mais o setor de shopping centers. Segundo a Abrasce, em 2012 devem ser inaugurados pelo menos 44 novos empreendimentos no País.
CompartilheArquivo para categoria Notícias
As vendas nos shopping centers brasileiros cresceram 5,5% no Natal deste ano em relação ao mesmo período de 2010, segundo pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). O presidente da entidade, Nabil Sahyoun, considera que o desempenho foi positivo, apesar de menor do que o esperado. Em meados de 2011, levantamento feito pela entidade previa crescimento de 6,5%. Sahyoun aponta a crise econômica europeia como uma das causas para as vendas menores do que o previsto. “O consumidor preferiu segurar um pouco mais para ver o que acontece neste primeiro trimestre para voltar a consumir. Mas o importante foi manter o crescimento”, garante. “No inicio do ano tivemos uma boa oferta de crédito, as prestações com prazo longo, o aumento de renda do trabalhador, a ampliação do emprego formal e a valorização do real.
Um dado que, segundo a Alshop, demonstra o bom momento do setor de shoppings é o faturamento anual de R$ 104 bilhões em 2011, um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Já no varejo total do país, o valor estimado é de R$ 705 bilhões, um aumento de 10,5% sobre 2010. Um dos segmentos que mais decepcionou nas vendas de Natal foi o de vestuário. Em função da alta de 20% no custo do algodão e de um mês de outubro fraco, segundo a Alshop, o aumento nas vendas foi de apenas 2%. A venda de perfumes e cosméticos, por sua vez, teve ampliação significativa, de 13%, e a de óculos, bijuterias e acessórios cresceu 15%. A Alshop apresentou também dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico que mostram a evolução das vendas pela internet. Serão arrecadados R$ 18,7 bilhões até o final do ano, um aumento de 26% em relação a 2010. Cerca de 65% das vendas foram pagas com cartões de crédito ou débito. Os cartões próprios ou carnês das lojas responderam por aproximadamente 15% das vendas; cheques, por 10%; e dinheiro, por outros 10%. (Agência Estado)
CompartilheSegundo pesquisa da Abrasce/TNS, as vendas nos shopping centers cresceram 6,2% em outubro/2011 em comparação com outubro/2010. O acumulado nos últimos doze meses registra um crescimento nominal de 11,02%.
CompartilheAs vendas em shopping centers do Brasil registraram um crescimento de 10,9% no acumulado de janeiro a setembro deste ano, segundo monitoramento nacional da Abrasce realizado em parceria com a TNS Research Internacional. Só em setembro o crescimento foi de 12,6%. Os artigos diversos, entre eles eletro-eletrônicos, livrarias e brinquedos, e as lojas de lazer, que segue líder no gosto do consumidor, tiveram aumento significativo em setembro de, respectivamente, 17% e 16,27%. As lojas de alimentação tem sido destaque desde o ano passado e não decepcionaram, apresentando crescimento acumulado de 13,5%. Outro índice de destaque é a taxa de ocupação em setembro. Há uma grande procura por lojas, mesmo com tantos shoppings abrindo e em expansão. Serão inagurados mais 42 malls no País para o próximo ano, o que comprova o aquecimento e o interesse de investidores e empresários em apostar nesse mercado. (Abrasce)
Compartilhe
Os shoppings brasileiros já estão enfeitados e muitos já começaram suas tradicionais promoções natalinas. Nem precisavam se preocupar tanto. Apesar das crises internacionais e dos alertas dos pessimistas, esse será seguramente um Feliz Natal para o varejo. Afinal, a renda das famílias continua em alta, o desemprego em baixa, a inadimplência do consumidor controlada e o desejo de comprar segue nas alturas. Uma pesquisa divulgada pela Nielsen mostrou que na comparação com outros 6 países da América Latina, os brasileiros são os que mais planejam elevar os gastos neste fim de ano. Nada menos que 21% pretendem gastar mais esse ano do que em 2010. Outros 40% planejam gastar o mesmo. Para se ter ideia, a média latino americana é mais baixa: 15% devem gastar mais e 36% gastar o mesmo que no ano passado em compras no fim de ano. Depois do Brasil, o país com maior predisposição para elevar gastos natalinos é o Peru. Curiosamente, o item no qual os brasileiros devem elevar mais seus gastos é o de viagens. Isso só confirma a ideia de que os aeroportos e as lojas no exterior ficarão abarrotados de turistas nacionais nesse fim de ano. Depois das viagens, os produtos que devem receber mais atenção dos brasileiros neste Natal serão, pela ordem, roupas, produtos de tecnologia, como celulares e computadores, livros, itens de cama, mesa e banho e brinquedos. (Luiz A. Marinho | Portal dos Shoppings/Abrasce)
Seis novos shoppings serão construídos no Rio de Janeiro, São Paulo e Amazonas com um finaciamento da ordem de R$ 647,7 milhões já aprovado pelo BNDES. O ParkShopping Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e o Shopping Metropolitano, Zona Oeste da capital fluminense, terão investimentos de R$ 99,8 milhões e R$ 144 milhões, respectivamente. O primeiro será erguido pela Multiplan Empreendimentos Imobiliários, com 16 lojas âncoras e 218 lojas satélites, praça de alimentação e cinema com sete salas multiplex, numa área construída de 72 mil m². A conclusão das obras está prevista para setembro de 2012. Leia mais…
CompartilheSegundo o jornal Metro, serão 42 novos shoppings no ano que vem e o estado de São Paulo lidera ranking com 15 inaugurações previstas. Com a chegada dos novos shoppings, o país terá um total de 471 centros de compras. O número representa um crescimento de quase 72% em relação a 2000, quando o país somava 274 estabelecimentos. A maior concentração de inaugurações continua sendo no Sudeste, com destaque para cidades médias do interior, que ganham cada vez mais importância aos olhos dos empreendedores. Hoje, 55% dos shoppings estão em capitais, e 45% no interior. Para efeito de comparação , na década de 1980, a proporção era de 70% nas capitais e 30% no interior.
Compartilhe
Os serviços de alimentação e entretenimento foram as grandes vedetes do desempenho dos shopping centers no Brasil de janeiro a maio. Os dois segmentos registraram expressivo crescimento de 13,56% e 20,6%, respectivamente, em comparação a idêntico período do ano passado, informou a Abrasce. A boa performance dos restaurantes, bares e pubs, além das salas de cinema bem equipadas, já é considerada uma tendência que se consolida nos grandes centros de compras.
O crescimento da economia não explica sozinho o destaque da alimentação e lazer nos shopping centers. Os hábitos do consumidor, pressionado pela dificuldade de locomoção nos grandes centros urbanos, têm representado uma alavanca para as empresas. E as companhias demonstraram que estão sabendo aproveitar essa onda. Tempo hoje é uma moeda valiosa nas grandes cidades e as pessoas também querem conforto, praticidade e segurança.
É o conjunto de conveniências que leva a esse crescimento dos serviços de alimentação e lazer nos shoppings. Conforme a pesquisa mais recente, de 2009, encomendada pela associação sobre o perfil do consumidor, 39% dos clientes frequentam a área de alimentação, incluindo as praças que reúnem os serviços e os restaurantes a cada visita aos shoppings. Outro sinal importante das oportunidades de expansão dessa dobradinha de negócios está na constatação de que 61% das idas aos cinemas registram algum consumo em alimentos. Um grupo crescente de frequentadores que começam a exigir opções de restaurantes mais sofisticados e já conhecidos
CompartilheTráfego 15% maior e 13% mais vendas nos shoppings centers do que em julho do ano passado. Essa é a previsão da Alshop para estas férias de inverno, período que convida mais crianças e adolescentes a frequentarem centros de compra País afora. A Alshop ouviu cerca de 50 varejistas, e atribui os avanços às liquidações da época e, mais ainda, às atividades preparadas pelos próprios shopping centers para recepcionar o público infantil.
“Sabemos do poder de consumo que as crianças e jovens em geral despertam no varejo, pois muitos deles levam junto aos empreendimentos seus pais, avós, amigos, namoradas, deixando o clima dos centros de compras ainda mais propícios ao passeio, diversão e consumo, o que contribui para a geração cada vez maior de riqueza aos lojistas”, afirma o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.
CompartilheA ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto) liberou os resultados do primeiro estudo sobre o e-mail marketing. Realizado em parceria com a Simonsen Associados, o objetivo da pesquisa é estabelecer uma base de informação preliminar sobreas campanhas de e-mail marketing desenvolvidas como uma das atividades do setor de marketing direto. O estudo mostra o crescimento significativo do negócio digital e a busca cada vez mais intensa de novas ferramentas para empresas estabelecerem o diálogo e relacionamento com os seus mercados, sendo o e-mail marketing uma dessas atividades. Clique aqui para baixar (PDF)
CompartilheAs medidas de contenção do crédito adotadas pelo governo para frear a inflação não serão suficientes para desestimular o setor de shopping centers que, após experimentar nível de vendas recorde em 2010, caminha para mais um ano de crescimento robusto. Na avaliação de especialistas, o movimento observado já nesses primeiros meses confirmam a previsão de resultados fortes para as empresas do setor em 2011, fazendo com que o mercado brasileiro de shopping centers, ainda bastante fragmentado, siga firme em seu processo de consolidação. Em plena expansão no País, o setor fechou 2010 com faturamento de R$ 87 bilhões, ante os R$ 74 bilhões de 2009, aumento de 17,5% no período, segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). Após 11 meses seguidos de crescimento, pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou queda de 0,2% nas vendas do comércio em abril na comparação com março. Apesar disso, o presidente da Abrasce, Luiz Fernando Pinto Veiga, descarta já haver preocupação em relação ao desaquecimento na atividade e mantém em 12% a expectativa de incremento nas vendas deste ano. Leia mais…
CompartilheFoi realizado o 3º debate promovido pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) e a ESPM sobre “Os desafios do Marketing para Shopping Centers”, que reuniu mais de cem profissionais troca de ideias que envolvem o tema. Luiz Marinho, consultor na árfea de varejo, ressaltou a necessidade da conexão emocional entre os malls e seus consumidores e a humanização dos empreendimentos, criando um vínculo entre empresa e frequentador.
Além disso, destacou a importância de inovações no segmento, frente ao desenvolvimento do e-commerce, que em 2010 cresceu mais de 40% e, hoje, já é responsável por 3% das vendas feitas no varejo. “Hoje, os shoppings podem ser considerados as redes sociais offline, e é preciso oferecer novas experiências e momentos de lazer para o consumidor, que busca nos malls um lugar que proporcione a oportunidade de fazer mais que apenas compras”.Estudar o consumidor é o mais importante para o marketing de um empreendimento e as mídias sociais são uma ótima ferramenta para isso, já que dão a oportunidade de falar diretamente com o consumidor e saber o que ele pensa’, comentou Tonny Bonna, acrescentando a importância de os malls terem um profissional, experiente e qualificado, focado exclusivamente no gerenciamento dessas redes, com autonomia para responder às necessidades dos usuyários em tempo real, sem deixar de ter um acompanhamento por parte da gerência geral.
Em relação aos investimentos feitos na publicidade, Laureane Cavalcanti ressaltou a necessidade de o mercado assumir riscos. “Todos sofrem pressão por resultados, no entanto, isso não pode fazer com que o modelo das ações praticadas nos malls permaneça o mesmo. As promoções, já comuns aos empreendimentos, não vão acabar, mas é preciso que o setor traga inovações para o mercado. E a única maneira de fazer isso é dando corpo a novas ideias e se posicionando junto aos lojistas”.
CompartilheO consumo no Brasil tem mesmo impulsionado grandes investimentos no setor de varejo. O mercado de shopping centers é um ícone disso e está prestes a contabilizar o maior volume de inaugurações em um ano só. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), em 2012, 30 novos empreendimentos comerciais serão inaugurados pelo Brasil.
Leia mais…
Nesta semana foi realizada em São Francisco a DMA 2010 (The Direct Marketing Association), a feira-congresso mais importante do setor de marketing direto. Aqui vai uma lista do que mais relevante foi ouvido e conversado: Leia mais…
CompartilheEm reunião com dirigentes industriais e ministros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou uma série de desonerações fiscais para empresas que investirem em inovação tecnológica.
Leia mais…
A RNA – Rede de Notícias ACAERT – é uma unidade de serviços da ACAERT (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão), operando como uma agência de notícias. Produz diariamente material jornalístico para as emissoras associadas que é distribuído através da internet em um ambiente desenvolvido pela Ecentiva que inclui também diversos tipos de relatórios e análises gerenciais.
Leia mais…
O Dia dos Pais é em agosto mas o Shopping Itaguaçu de São José já ativou na semana passada a sua campanha promocional aproveitando as promoções de inverno. Cada R$ 70,00 em compras rendem um cupom que concorrerá ao sorteio de um automóvel Nissan Sentra 0km. Desde o ano passado, o Itaguaçu utiliza o sistema InteliShop, ferramenta de software para marketing de relacionamento com suporte de database, desenvolvida para shoppings centers e redes varejistas que realizam campanhas para fins promocionais e de captura de dados.
O Itaguaçu utiliza o sistema desde 2009 para monitorar o comportamento dos consumidores, perfis sócio-demográficos, tíquetes de compra além de uma série de outras análises de marketing. Além disso, proporciona um cadastro atualizado revelando o perfil do consumidor. O software InteliShop opera em ambiente web e foi desenvolvido pela Ecentiva Tencnologia para Marketing, de Florianópolis/SC.
Link Relacionado
CompartilheOvum realiza levantamento no qual aponta que existe uma lacuna entre as novas tecnologias e a capacidade das pessoas absorvê-las.
Por Computerworld/Austrália – 05 de julho de 2010 – 14h44
Cada vez mais as empresas são cobradas pela adoção de tecnologias de nova geração, em especial, aquelas voltadas aos ambientes colaborativos da Web 2.0. Contudo, para que as iniciativas tenham sucesso, deve existir uma mudança de comportamento dentro das organizações. A constatação faz parte de uma análise realizada pela consultoria inglesa Ovum.
Para o diretor de pesquisas da Ovum e responsável pela análise, Steve Hodgkinson, o comportamento dos funcionários representa o principal empecilho à implementação de tecnologias emergentes.
“Há uma lacuna grande entre as tecnologias existentes e a capacidade das pessoas em absorvê-las”, diz Hodgkinson, ao lembrar que vários comportamentos precisam ser mudados quando se implementa uma solução colaborativa – a partir da qual os profissionais podem compartilhar informações. “O fato é que muitas dessas posturas são, digamos, artificiais. Elas surgem em um contexto muito mais empresarial e que distoa do comportamento humano”, pontua.
De acordo com pesquisador, muitas ferramentas de Web 2.0 ganharam espaço nas organizações devido à vontade de alguns empregados, que assumiram para si os projetos. Contudo, nem sempre as empresas estão dispostas a estimular o compartilhamento de informações, com medo de perder poder e evitar o uso indevido dos dados.
Segundo Hodgkinson, no entanto, as ferramentas colaborativas só terão sucesso nas organizações se os usuários ficarem livres para utilizá-las como bem entenderem.
Ele também afirma que incentivar as pessoas a participar de redes sociais, no intuito de aproximá-las da dinâmica da Web 2.0, é absolutamente necessário. Ao departamento de TI das empresas Hodgkinson sugere: “Deixem de observar as redes sociais e as plataformas colaborativas, como uma visão técnica. Comparem a internet a uma horta, em que encontrar o solo apropriado, selecionar as sementes mais promissoras, regar e cuidar faz parte do processo”.
Link Relacionado
CompartilheUma pesquisa mostra como Starbucks, Dell e Google conseguiram, de fato, se aproximar dos consumidores utilizando as redes sociais
Por Juliana Borges – Portal Exame – 29/06/2010
Estar presente em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter se tornou uma obsessão para empresas de todo o mundo nos últimos tempos. Um levantamento recente da agência de comunicação Burson Marsteller revela que, das 100 maiores companhias do mundo, 79 estão presentes em alguma dessas redes – a maioria delas tentando desesperadamente estabelecer uma comunicação mais direta com seus consumidores. Segundo um estudo recém-divulgado pela consultoria americana Altimeter Group, cinco empresas estão conseguindo ganhar esse jogo: Starbucks, Dell, eBay, Google e Microsoft. Para chegar a esse resultado, a consultoria analisou critérios como quantidade de sites em que a marca está presente, número de posts por dia e tipo de post colocado (se para responder dúvidas de clientes ou só divulgar eventos e promoções, por exemplo). “Diferentemente de outras marcas, elas entenderam que canais diferentes requerem atitudes diferentes”, diz Abel Reis, presidente da AgênciaClick. “Não adianta usar o Twitter só para despejar um monte de blá-blá-blá em cima do consumidor. É preciso criar uma sensação de que ele é parte importante da empresa.”
Nenhuma dessas empresas vem sendo tão transformada pela força das redes sociais quanto a cadeia americana de cafeterias Starbucks. Tudo começou em 2008, quando o movimento nas lojas caiu pela primeira vez depois de quase uma década de crescimento ininterrupto.
Como parte da estratégia para reverter essa situação, o presidente e fundador da companhia, Howard Schultz, lançou naquele ano uma comunidade virtual para que os clientes pudessem fazer sugestões e perguntas e, em alguns casos, expor suas frustrações – o MyStarbucks- Idea.com. A ideia agradou aos internautas: ao longo de dois anos, 180 000 usuários cadastrados contribuíram com 80 000 ideias – 50 foram colocadas em prática nas lojas e ajudaram a rede a voltar a crescer. A experiência estimulou os executivos da Starbucks a expor a companhia ainda mais na web. A empresa tem hoje mais de 7,9 milhões de fãs no Facebook. No Twitter, é a marca mais comentada do mundo, com mais de 1,5 milhão de citações e 926 000 seguidores. Um dos movimentos mais recentes da empresa para engajar seus consumidores aconteceu no dia 19 de março. A Starbucks reuniu dezenas de funcionários na Madison Square, no centro de Nova York, para gravar um vídeo convocando seus consumidores a trocar copinhos de papel descartáveis por canecas metálicas de material reciclado – uma ação de cunho ambiental em comemoração ao razoavelmente desconhecido Dia do Planeta. O vídeo recebeu pouquíssima atenção por parte dos veículos tradicionais, mas teve enorme repercussão nas páginas da empresa no Facebook e no Twitter. A campanha foi vista mais de 1 milhão de vezes no YouTube e gerou cerca de 400 000 comentários na rede.
Assim como a Starbucks, as outras vencedoras da lista têm tratado as redes sociais como parte vital de sua estratégia de marketing – e não como um mero hype. A Dell oferece um dos melhores exemplos dessa nova postura. Entre 2005 e 2006, a empresa foi execrada na web por blogueiros e outros internautas insatisfeitos com o péssimo serviço de atendimento ao cliente que era oferecido (o fato de alguns de seus laptops pegarem fogo espontaneamente, sem nenhuma causa aparente, também não ajudou). Nos últimos dois anos, a Dell destacou dez funcionários de áreas como educação, marketing e tecnologia para esclarecer dúvidas e conversar com consumidores via Twitter, Facebook e seu blog, o ideastorm. com. Eles dedicam aproximadamente 30 minutos do dia à tarefa, que já é encarada como algo tão corriqueiro quanto trocar e-mails ou falar ao telefone. Em pouco mais de um ano, as referências negativas à empresa na internet caíram de 49% para 20% do total de comentários. “Para criar um vínculo real com os consumidores, é preciso estabelecer uma relação de troca, em que a companhia também seja capaz de aprender alguma coisa”, afirma Alessandro Barbosa Lima, presidente da E.Life, agência especializada em monitoramento e análise de mídias digitais. Uma lição que a maioria das companhias ainda precisa aprender.
Fonte: Portal Exame – 29/06/2010
As campeãs do Twitter
Uma pesquisa mostra como Starbucks, Dell e Google conseguiram, de fato, se aproximar dos consumidores utilizando as redes sociais
Juliana Borges, de EXAME
O resultado da pesquisa Perfil do Consumidor 2009, apresentada em abril de 2009 no 2º Seminário Latino-Americano de Pesquisas em Shopping Centers, promovido pela ABRASCE em parceria com o International Council of Shopping Centers (ICSC), revelou informações importantes sobre o comportamento do consumidor brasileiro.
O universo da pesquisa contemplou 3.213 entrevistas em seis capitais brasileiras. As cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porta Alegre e Salvador participaram do estudo. ‘Juntas, elas detém 42% da Área Bruta Locável (ABL) do total de shoppings no Brasil’, disse Antônio Carlos Ruótulo, diretor do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento de Mercado (IPDM) e que também coordenou o estudo.
Perfil
A pesquisa mostra que houve significativa qualificação socioeconômica dos clientes de shopping. Enquanto em 2006 os clientes de classes A e B somavam 71%, agora representam 79%. Já a presença de clientes de classes C/D caiu de 29% em 2006 para 21% em 2009. De acordo com Ruótulo, não é que as classes C/D deixaram de ir ao shopping, mas provavelmente que subiram de patamar na classificação socioeconômica, já que a presença de clientes de classe B foi a que mais cresceu nos centros de compras.
Freqüência
- Os homens estão indo mais aos shoppings. Em 2006, 62% do público masculino ia semanalmente a um centro de compras. Em 2009 são 65% desses consumidores. É o público masculino também que usa mais o shopping para alimentação e passeio. As mulheres continuam fazendo mais compras que eles.
Compras
- Subiu de 40% para 45% o total de clientes que fazem alguma compra quando visitam o shopping. Esses clientes em média entram em 2,4 lojas, praticamente o mesmo que em 2006, mas aumentou a taxa de conversão: 62% dos clientes que entram nas lojas compram alguma coisa (em 2006 a taxa de conversão era de 58%).
- Se os homens já tinham fama de serem mais objetivos que as mulheres na hora da compra, agora eles ficaram ainda mais: em 78% das lojas que eles entram, eles compram. Entre as mulheres esse percentual é de 59%.
Gastos reais
- As pessoas estão gastando mais a cada compra. A compra média em lojas por visita a shopping, com base nos 45% de clientes que fizeram compras, é de R$ 140,00, 31% a mais que em 2006, quando o valor (já corrigido pelo IPCA) era de R$ 107,00.
- Os homens, a classe A e os clientes acima de 30 anos são os que gastam mais nas compras em shopping. O gasto da classe A é 145% acima do que gasta a classe C/D.
Alimentação, Cinema e Serviços
- O gasto com alimentação em shopping é 53% maior
- Subiu de 35% para 39% o volume de clientes que frequentam a área de alimentação (praça ou restaurantes) no shopping a cada visita.
- O valor do gasto também aumentou. De R$ 15,00 em 2006 foi para R$ 23,00 em 2009, o que significa um aumento real de 53%, atualizado pelo IPCA, ou seja, os valores gastos em alimentação cresceram, percentualmente, mais do que os valores com compras.
- A área de alimentação tem cada vez mais sobreposição com o cinema. Em 2006, 55% dos frequentadores do cinema iam também à praça de alimentação, hoje são 61% dos frequentadores do cinema que fazem também algum consumo na área de alimentação.
Shopping cada vez mais é destinação de serviços financeiros
- Os caixas eletrônicos e agências bancárias continuam liderando a lista dos serviços mais utilizados em shopping, cada um com crescimento de quatro pontos percentuais em relação a 2006, enquanto os outros serviços continuam estáveis.
- Ainda dentro do campo financeiro houve uma mudança importante nos meios de pagamento. O uso cartão de débito cresceu 77% no período. Passou de 13% para 23% como meio de pagamento das compras, substituindo os pagamentos em dinheiro e cheque.
Satisfação do Cliente com o Shopping
- Cresce a presença de clientes Encantados com o shopping
- Aumentou 5 pontos percentuais o volume de clientes ENCANTADOS com o shopping que freqüenta. Em 2006 eram 19% e agora são 24%. Isso significa que o cliente possui nível de satisfação elevado com o shopping em vários atributos.
- Os clientes satisfeitos com os shoppings brasileiros são 69%, enquanto o nível de insatisfação continua praticamente o mesmo: apenas 7% dos clientes estão insatisfeitos com o shopping.
Um dado que se destaca da média é a presença de clientes encantados em Porto Alegre: 33%. São Paulo é a cidade que possui a menor presença de encantados: 18%. A escala de satisfação é dividida em três categorias: insatisfeitos, satisfeitos e encantados com o shopping que frequenta.
Encantar o cliente é um bom negócio
No shopping center oferecer sempre o melhor em tudo e deixar o cliente feliz, vale cifras no faturamento. O cliente ‘Encantado’ com o shopping gasta 28% mais em compras de produtos que o ‘Insatisfeito’, e 22% a mais que o ‘Satisfeito’.
Links Relacionados
Fonte: Portal do Shopping/ABRASCE
Compartilhe



